Ele desceu na rodoviária aliviado por deixar aquela loucura da cidade grande, poder respirar um pouco de ar puro e aproveitar as delícias culinárias daquele lugar. Tinha ouvido muitas histórias sobre aqueles pratos cheios de sabores e aromas, feitos em panelas de ferro ou de barro.
Mas não era só isso que trazia ali. A necessidade de encontrar pessoas diferentes e um ambiente mais tranqüilo também ajudou na decisão. Encontrou a pensão que haviam ensinado, e depois de instalado foi procurar um lugar pra comer.
O lugar era bem interessante e característico e a viagem havia dado apetite. Enquanto comia observou uma moça numa mesa próxima, junto com outros amigos ou parentes, não sabia. Era pequena, um pouco quieta e guardava uma beleza provocante e meiga ao mesmo tempo. Não conseguia tirar os olhos dela, e ela também parecia corresponder, embora às vezes desviando o olhar.
Passou a examinar cada detalhe do corpo dela. A pele clara, mas saudável, os lábios sensuais, o corpo delineado pela blusa justa com um decote que deixava notar que os seios eram pequenos e firmes, combinando com a estatura, e a calça ajudava a definir os contornos das coxas.
Agora ele queria descobrir mais, e já ensaiava um contato, mas tinha receio de ela ser casada com um dos acompanhantes. Não resistiu e aproximou-se da mesa, olhos fixos na linda moça, e foi logo se apresentando como sendo um forasteiro que estava à procura de tranqüilidade e comida boa, mas que não conhecia o lugar nem como chegar à cachoeira que diziam ser quase que encantada de tão bela.
A partir daí não ouviu mais nada do que diziam, pois sua atenção era toda para “ela”. Cada movimento fazia ele quase suspirar, e ela sabia disso. Mordia os lábios, jogava os cabelos e olhava para ele com um jeito sensual, como que a convidar para uma aventura. Ela passava as mãos na boca, e descia lentamente ate o decote, olhando fixamente pra ele.
Enquanto os amigos conversavam, ela saiu. Era a oportunidade que ele queria. Levantou rapidamente e a encontrou num corredor que levava aos banheiros. Os dois se observaram por uns segundos, a respiração mais forte e o coração acelerado, para depois um beijo arrebatador e quente (muito quente).
Ele sentiu aquela pele macia junto dele, um aroma provocante melhor do que aqueles que vinham da cozinha. Beijaram-se loucamente, suas mãos deslizaram pelo corpo dela, sentindo cada parte queimar de tesão. Acariciou seus peitos firmes e deliciosos, apertando suavemente, e ela soltou um suspiro baixo, muito excitada também.
Ele queria possuí-la ali mesmo, mas um garçom passou por ele e fez saber que ali não! Eles voltaram pra mesa, mas a vontade só aumentava. De novo foi ela quem teve a atitude, e sugeriu que fossem embora. Ele então se convidou para acompanhá-los, insistindo em ir com ela até sua casa, com a desculpa de que não havia nada o que fazer. Os amigos resistiram em deixá-la só com ele, mas ela tratou de acalmá-los e se livrou deles rapidamente.
Conversaram no caminho sobre tudo, mas a vontade era de segurá-la nos braços ali mesmo. Ele sugeriu passar onde estava hospedado, pois era o caminho, o que ela consentiu de imediato.
Quando chegaram, ele driblou a portaria e a levou imediatamente ao seu quarto. Antes mesmo de abrir a porta avançou sobre ela num novo beijo. Entraram rapidamente, entre amassos e beijos.
Ele a beijou ardentemente, enquanto as mãos passeavam pelo corpo dela, sentindo cada parte queimando de paixão. Desceu pelo pescoço, sentindo a maciez da pele delicada e perfumada. Com as mãos subiu a blusinha justa que ela usava, tirando-a de uma vez. Os seios saltaram aos seus olhos, duros e empinados como que chamando ao prazer. Não titubeou e abocanhou loucamente, sob suspiros entrecortados dela. Amassava aqueles peitinhos e sugava como um bezerro esfomeado. Desceu beijando a barriga ate chegar na calça, que desabotoou entre lambidas, seguindo ate o sexo dela.
Aquele quarto exalava sensualidade, e o fato de ter mais hóspedes aumentava a vontade. Ela não se mostrou acanhada, e também beijou seu corpo todo, acariciando cada pedaço seu, enquanto passeava aquela boca quente, até encontrar seu mastro erguido em homenagem a ela. Abocanhou deliciosamente, o fazendo grunhir de tesão, passando então a sugá-lo sem cessar, levando ele aos céus com movimentos lentos e rápidos, alternados por lambidas na glande com uma língua maravilhosamente hábil, enquanto lançava um olhar safado.
Uma enorme excitação o fez puxá-la, levando o corpo dela até a parede. Ela então enlaçou as pernas sobre sua cintura e o abraçou, enquanto ele avançou sobre ela com a lança em riste, como um guerreiro contra os inimigos. Em uma estocada penetrou-a, sentindo um calor gostoso tomar conta do seu corpo, como uma explosão de energia que passava entre os dois. Entrou e saiu lentamente, enquanto beijos e abraços incendiavam ainda mais aquele momento de extrema paixão.
Saiu dela por um instante, para então virá-la de costas para ele. Beijou-a toda, das costas até as coxas, passando por aquela bundinha durinha e convidativa. Segurando pelos cabelos, beijou aquela boca ardentemente, enquanto novamente a penetrava. Ela ajudava mexendo a cintura, como a ensaiar um bailado, contagiando-o a entrar na dança.
Naquela hora o prazer era indescritível, e os corpos se confundiam como se fossem um só. Ele enlaçou-a pela cintura, ainda dentro dela, jogou-a de quatro, e enquanto ela segurava na beirada da cama, ele a penetrava como nunca, em movimentos cada vez mais rápidos, entrando e saindo dela, queimando de tesão, até uma explosão de prazer que fez tremer seu corpo.
Jogaram-se na cama exaustos com a intensidade do sexo que acabaram de fazer. Foi a vez de ela mostrar suas habilidades, e num rápido movimento já estava sobre ele, lambendo seu corpo e reacendendo seu fogo. Massageou seu membro até deixá-lo doido, segurando suas mãos num sinal de que ela é quem mandava a partir daquele momento. Sua habilidade em excitá-lo era fantástica, e ele já não resistia tanto tesão. Ela então sentou sobre ele com aquele olhar safado, e passou a cavalgar sobre ele, num ritmo alternado entre lento e rápido, indo e vindo, aumentando a temperatura do quarto e como um vulcão em erupção, incendiando de novo. Ela jogou as mãos pra trás, segurando seus joelhos, mordendo os lábios e ofegante, numa loucura sem medida. Ele aproveitou a deixa e levantou o tronco, segurando a cintura dela e chupando vorazmente os seios. O ritmo alucinante daquele momento, entrando e saindo - indo e vindo, como um “gran finale” resultou numa explosão de prazer incomensurável, os corpos se retorcendo e um gemido abafado no travesseiro, para depois ficarem prostrados de exaustão, mas um sorriso de contentamento.
Passaram mais alguns dias de intensos encontros, entre cachoeiras e montanhas, motéis e cabanas, até o dia do seu embarque. Era preciso voltar, mas não seria o mesmo depois dessa viagem, onde ele se deliciou como nunca dos prazeres sem medida da comida mineira.
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