terça-feira, 27 de setembro de 2011

Encontro marcado

Nos conhecemos no ônibus, numa viagem de negócios. Conversamos muito e durante a viagem rolou um certo clima.
No final da viagem um beijo e trocamos telefones. Passamos então a nos falar quase todos os dias, até que a vontade de nos vermos ficou muito grande.
Encontrei uma desculpa pra viajar e encontrá-la, e ela teria que encontrar uma também. Então marcamos de nos encontrar num hotel a beira-mar num lugarzinho aconchegante e sem muito agito (paradisíaco), para não chamar a atenção - seria como um SPA.
Cheguei pela manhã e me hospedei, e fiquei aguardando ela chegar. Na mesma manha se hospedou também.
Eram quartos separados por enquanto, mas espaçosos e aconchegantes. Encontrei ela no café, como se nada tivesse sido preparado, e conversamos enquanto comíamos. Então ela levantou, deixando o número do quarto, e saiu com um olhar safado. Saí logo depois, indo ao encontro dela.
Tão logo bati na porta, ela abre e me dá um beijo arrebatador, quebrando o gelo inicial. Os dois estavam muito a fim, pois foram dias e dias de espera até que esse dia chegasse. Palavras quentes ao telefone em conversas intermináveis e despedidas longas.
Com nossos corpos ardentes de paixão nos abraçamos e beijamos loucamente, como se fosse um instante único e derradeiro.
Então beijei aquela boca, e fui descendo pelo seu pescoço, sentindo o cheiro daquela pele. Minhas mãos não cansam de acariciar todo o corpo, descendo e subindo.
Fui beijando o seu corpo sob o vestido leve de alcinhas, próprio para o da quente que fazia. Enquanto minhas mãos subiam pelas coxas, alisando, as alcinhas caíram com a ajuda da minha boca. Apertei a bunda dela com força, o tesão imenso tomava conta de nós.
Ela me arrastou para dentro do quarto, e no meio desses beijos e abraços, seguimos em direção ao chuveiro (estava muito calor...).
Já no banheiro, puxei aquele vestido para baixo, deixando os deliciosos peitinhos apontados pra mim. Sem pensar, abocanhei eles (um depois o outro), e a cada mordida nos mamilos, ela dava um gemidinho de tesão.
Eu estava com muita fome dela, e apertava e beijava aqueles peitos.
Ela dizia: - eu to pegando fogo!
E eu chupando e mordendo.
Então ela segurou meus cabelos, enquanto eu descia até a barriga, beijando cada pedaço, depois o umbigo, e seguindo mais embaixo, até chegar na calcinha pequena. Baixei ela e encontrei aquela xoxotinha à minha espera (humm).
Ela pediu: - tira ela logooo!
Passei a chupar aquela delicia de xoxota. Minha língua entrando e saindo, e eu sugando como nunca.
Hummmmm...
Então voltei beijando aquele corpo, liguei o chuveiro (mas ele ficou ligado em vão), porque a levantei no balcão da pia, voltando a beijar aqueles peitos deliciosos e durinhos, que me chamavam.
Ela então enlaçou as pernas em mim, me puxou pra junto dela, e passou a massagear meu pau (OHHHH), aquela mão quente me deixou doido.
Então puxei ela contra meu corpo, segurando pela cintura, e ela me ajudou a achar aquele lugarzinho quente pra eu entrar.
Ela falou baixinho no meu ouvido: me fode gostozooooo...pq num aguento mais!
Então enfiei tudo, sentindo o calor dela me tomando. Os beijos e abraços mais quentes ainda, enquanto eu ia entrando devagar, até que num golpe enterrei tudo.
OHHH
Ela  gemeu, me dando mais tesão ainda. Com a respiração rápida e cortada, falei pra ela: _ Quero foder você todaa!!
Entrava e saia devagar, depois mais rápido, bem rápido. Ela mordia os lábios de TESÃO. Tudo fervendo e ela me beijando, me mordendo, me arranhando.
Nossos corpos pegando fogo, um imenso tesão (e o chuveiro ligado...).
A pia balançava, tudo ja estava no chão. O chuveiro ligado, e eu socando tudo.
Ela pedia mais, e eu dava. Pedindo para socar mais, e eu socando (socando tudo)
Eu dizia: - quero você toda pra mim, agora!
Uma pausa e ela desceu da pia, a tempo de eu virá-la de costas, e abraçá-la pela cintura. Segurei o peito dela, e com a outra mão puxei aquela bunda, que ficou bem empinadinha. Levei meu pau duro e entrei nela novamente, agora por trás.
AHHHHHHHH! Delíciaaa!
E fui enterrando devagarzinho até sentir o corpo dela colado no meu.
Ela dizia: - soca tudo em mim!
Agora era muito rápido, entrando e saindo dela, que rebolava gostoso aquela delicia de rabo.
- Vai, rebola!
- Vooo!
Os gemidos altos eram amortecidos pela água do chuveiro que escorria.
Ela segurava firme a pia, e eu puxando seu cabelo, enquanto enterrava TUDOO.
AHHH
- QUERIA MUITO ISSO! Foder você toda!
Ela pedia: - soca gostosoo!
E eu gemendo de tesão...e socando!
Fomos pra debaixo do chuveiro, e em pé segui fodendo muito aquele rabo gostoso (sem parar). A água escorrendo e ela toda molhada.
- Que delicia!!
- Gostosaaa
Ela dizia , gemendo: - Que pau gostoso!
- É todo teu, delícia!

Saímos do chuveiro, voltei pro quarto e esperei-a deitado na cama. Logo ela veio bem fresquinha e enrolada na toalha. Sentou sobre mim e me beijou na boca, depois o peito, passando aquela língua gostosa e quente por todo meu corpo, que estremeceu de tesão. Então pegou meu pau e passou a massageá-lo, depois sugar muito.
Aquela chupada sensacional me deixou a ponto de explodir de prazer. Sentei na cama e puxei ela pela cintura, trazendo o seu corpo até o meu. Enlaçou as pernas em mim e sentou lentamente nele, e cavalgou, enquanto eu apertava aqueles peitos durinhos e apetitosos. Ainda segurando pela cintura eu a ajudei a rebolar, puxando e empurrando ela sobre meu pau, que percorria seu interior incessantemente, me levando à loucura.
Ela é demais, e quando estava quase me acabando de tanto prazer, saiu de cima e me beijou mais um pouco, dando mordidas no meu corpo. Mas era só pra me deixar mais maluco e me preparar pra o que vinha a seguir.
Virou de costas pra mim e sentou de novo, e segurando minhas pernas, ela ia e vinha em movimentos cadenciados e extremamente excitantes. Eu queria me acabar naquela gostosa, queria entrar todo nela, de tanto prazer. A cada rebolada dela, uma explosão de prazer.
Não resisti em ser apenas um expectador, e num golpe joguei ela na cama, sua pernas nos meus ombros e aquela xoxota me chamando. Enterrei tudo nela, profundamente, até as bolas baterem naquela bunda. A posição ajudava a ir mais fundo, penetrando completamente, e a cada estocada, um gemido.
 Ela então falou:
- Quero muito mais! Me vira de costas e bate na minha bunda!
- Vem me foder bem gostoso! Mete tudo em mim!
Coloquei ela de quatro pra mim, puxei-a pela cintura e soquei com toda força que me restava, seguido de gemidos entrecortados pelo tesão.
Ela quase gritando, pedia: - soca! soca gostoso!
Eu puxando seu cabelo, batendo naquela bunda, e socando sem parar (sem dó).
Já entrando em colapso de tanto prazer, gritei que ia gozar. Sai dela, que se virou e pediu:
- Quero que você goze nos meus peitos, agora!
Não resisti, e lancei meu leite quente sobre o corpo dela, lambuzando os peitos, em golfadas deliciosas. Ela então pegou meu pau e masturbou, extraindo todo o sêmen possível, enquanto me lançava um olhar safado e mordia os lábios. Depois me prostrei na cama, exausto e feliz.
Que foda!
Aquilo foi o céu. A melhor recepção que já tive.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

O marido da minha amiga

Eu sou casada, tenho29 anos, olhos verdes, cabelos claros e 10 anos de casada (ninguém merece!).
Pois é, depois de 10 anos acho que meu casamento já não anda muito bem. Sou uma mulher fogosa, adoro sexo (mas num é qualquer sexo), gosto de ser pega de todos os jeitos, de ser bem fudida, tipo puta mesmo. Meu marido já não anda com essa disposição toda, pois até um tempo atrás a gente se dava muito bem na cama, mas ultimamente a coisa anda feia pro meu lado.
Pois bem, tenho vontades incontroláveis, e às vezes penso em trair ele, mas como sou tímida -pode acreditar - morro de vergonha, e às vezes nem percebo se alguém me olha ou dá encima de mim. Meu marido fala que seus amigos me olham e ele sente ciúmes de mim, que é doentio. Eu nem ligo e adoro quando percebo que outros homens estão me olhando - aí que eu fico louca mesmo.
Tenho uma amiga (amigona pra falar a verdade) que também é casada, e o marido dela vive me olhando,  dando indiretas, falando que estou linda, que adorou minhas unhas, que estou num corpão(exagera as vezes, rsrs)...enfim, está sempre me jogando indiretas, e eu finjo não perceber que são cantadas, mas no fundo eu adoro, e fico sem jeito por ser marido da minha amiga. Mas quer saber ... eu adoro ser cobiçada por ele.
A gente estava na minha casa fazendo um churrasco, e tinha vários casais. Eu bebi umas e outras, dançamos (danço muito) e ele me olhando com cara de quem ia tirar minha roupa e fazer tudo que tem direito. Eu só ria, finjindo não perceber (afinal  é marido da minha melhor amiga). Mas nessa bebedeira acabei deitando no meu quarto pra ver se dava um recuperada do fogo, quando eu acordei meu marido me falou que pegou o amigo sentado na beira da cama me olhando dormir...e que eu tava deitada meio que de lado meio que de costas(de ladinho quase virando) com a bunda empinadinha...que ele ficou muito bravo com nosso amigo e que estava sentindo um ciúmes enorme, e que era pra eu falar que ainda estava com sono e ficarla no quarto.
Fiquei indignada porque na verdade eu estava dormindo e não tinha percebido nada daquilo, falei que não ia, e meu marido ficou possesso de raiva e falou que então era ele iria deitar. Eu nem liguei porque ele já estava tonto também.
Assim que ele deitou um outro amigo colocou uns funk, e eu e minha amigas começamos a dançar, a gente dançava muito, e o amigo só me olhando, quando eu percebi...rsrsrs ele estava de pau duro...dei uma bela risada e falei pra mulher dele: - seu marido ta armado...ela também começou a rir e falou que só EU ia dar conta do marido dela. Achei aquilo estranho, ainda mais vindo dela...fechei a cara e ela falou de novo: - não to brincando não...o fetiche dele é vc! Eu fiquei apavorada, mas no fundo estava gostando
Mas mudamos de assunto e continuamos a dançar...eu fazia de propósito ...virava a bunda pro lado dele, colocava mãos no joelhos, dava uma  agachadinha mais empinando bem a bunda e olhava pra trás com um sorrisooo....tava vendo a hora que ele ia me atacar.....dançamos um tempão...marido levantou ..melhorou o astral...veio dançar comigo...nessa hora todos estavam dançando e tontos. Tínhamos bebido muito eu e todo mundo tava pra lá de Bagdá, mas eu sempre jogando charme...afinal adoro ver os olhinhos cobiçando...os outros amigos também olham, mas são mais discretos - suas esposas estão junto.
A festa foi acabando, e o povo começou a ir embora. Só ficamos eu, meu marido, e o casal “safado”.
Eu e minha amiga fomos pra cozinha da uma arrumadinha na bagunça...mas meu marido colocou novamente o funk, e eu continuei lavando louças e dançando...foi quando minha amiga virou e disse: Acho que vou embora, to muito doida!
Falei com ela: - Ahh, não vai agora que estamos só nós! bora dançar e beber mais umas...foi quando a cerveja acabou e ela como sempre num nega tomar mais uma...falou pro meu marido - vamos ali no barzinho buscar mais umas 8 pra gente tomar.
Eles saíram e me deixaram sozinha com o marido dela. Nossa! Eu achei que ia me atacar... perguntou se eu queria ajuda com as louças e eu dei um sorriso safado pra ele, perguntando se ele queria só lavar a louça mesmo...
Ele então me atacou na pia da cozinha mesmo...veio com uma fúria que pensei que ia me estuprar (hum que delicia!), mas eu empurrei ele...fiz um charme ....foi quando ele colocou a minha mão no pau dele (que estava duro como pedra) e falou que não aguentava mais...que me queria muito....que tava louco em mim. Eu adorei ouvir aquilo, mas fechei a cara e continuei lavando as louças...foi quando tocou uma musica(funk) que eu adoro...num pensei 2 vezes , empinei a bunda e fui lavando e dançando e ele atrás de mim olhando...eu dava risada falava que não podia ...que não era certo...
Foi aí ele falou: - e se ela te pedir pra você ficar comigo, você fica?
Eu fiquei sem chão...não sabia o que responder pra ele ....mas pensei: - será que ele faz ela me pedir uma coisa dessas?...fiquei intrigada e falei pra ele que se ela me pedisse eu ia pensar...não garantia nada...Não sinto tesão por ele, mas gosto da maneira como ele me olha.Eu via a hora que ele ia me atacar de novo...eu dava cada sorriso....(muita gente fala que eu ganho qualquer homem quando dou um sorriso...não sei porque ...mas acho que meu sorriso atrai eles). Eu rebolava, agachava, subia...sempre no ritmo da musica...ele não se conteve e me prensou na pia, dizendo que ia acabar comigo. Dei o sorriso e falei: - não vai não...Ele implorou, e eu via nos olhos dele que tava explodindo de tesão.
Eu estava adorando isso, então ele me perguntou se “ela” estava molhadinha. Eu disse que tava, mas que não era por causa dele, e sim por causa dos meus pensamentos que estavam muito longe. Ele me pediu pra eu deixar ele ver ela... fiquei roxa de vergonha...quase entrei na pia....e ele insistiu: - prometo não te colocar a mão, mas deixa só eu ver! Eu queria morrer com muita vergonha e, claro que não deixei!
Ouvimos o barulho do portão e era o marido e a amiga voltando. Trouxeram mais um casal que acharam perdidos no bar, e começou a farra de novo. O amigo tarado quando ouviu o barulho do portão correu pro banheiro e ficou por la uns 10 minutos! acho que estava se masturbando, pensando em mim!
Terminei de arrumar a louça e fui pra fora. Continuamos a bebedeira, dançando e contando  piadas. E agora estou esperando ... Será que minha amiga vai ter coragem de me pedir pra ficar com o marido dela?
No próximo conto...eu conto!

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Amigo Virtual

EU:

Eu e meu amigo virtual, que vou chamá-lo pelo nome de Alan, estávamos conversando no MSN e falando sobre um monte de coisas, mas o assunto principal era SEXO. Ele é gato, está sempre de cuequinha boxer, e ainda tem um corpão que me deixa maluca. A boca dele então? Nossa! ... Deve fazer loucuras!
Numa dessas conversas, combinamos de nos encontrar de verdade, pois moramos a 45 min. de distância um do outro. Marcamos na porta da escola que eu trabalho, e quando foi se aproximando do horário, dava um frio na barriga, mas eu já tinha combinado e não tinha como fugir.
Deu meu horário, encontrei com ele e fomos pra um barzinho tomar uma cerveja, para quebrar o gelo. Conversávamos de tudo um pouco, quando de repente eu senti uma mão gelada entrando no meio das minhas pernas, mas ele também estava meio sem graça. Quando eu senti suas mãos, achei melhor a gente pedir a conta e sair daquele lugar.
Eu estava com muita vergonha, mas fui adiante. Demos uma volta de carro, então ele me perguntou pra onde eu queria ir. Fiquei super sem graça, mas falei que eu iria pra onde ele quisesse me levar. Bom ... foi aí que eu tremi as pernas (um misto de medo e excitação). Quando notei a gente estava em frente a um motel.
Passava tantas coisas na minha cabeça., pois eu sou casada tenho filhos e (aff), meu casamento não vai nada bem! Mesmo assim eu gosto do meu marido. Ficamos parados ali na entrada do motel, em um cantinho mais escuro. Nos beijamos, abraçamos, demos um “rala” gostoso, e resolvemos entrar.

ALAN:

Chegando no quarto, comecei a despi-la devagar, peça por peça, tirei o sutiã, depois a calcinha com os dentes. Que delicia de corpo! Uma barriguinha deliciosa, seios perfeitos que cabiam na minha boca e na minha mao, uma bucetinha linda e cheirosa que nao aguentei de tesão e comecei a passar minha linguinha bem gostoso no seu grelhinho.
Ela gemia gostoso e falava: - Isso mesmo meu safado! lambe todinha a sua putinha bem gostosa! Foi aí que senti seu melzinho gostoso na minha boca. Delicia! muito gostosa! Então ela falou agora minha vez de retribuir essa chupada gostosa, deita ai na cama que vou fazer você delirar.
Começou a beijar minha boca, percorrendo meu peito, barriga ... até chegar no meu pau. Ali começou a chupar gostoso a cabecinha depois ele todinho, engolindo até as bolas. Depois chupou minhas bolas, e aquela boca maravilhosa me chupando tão gostoso que não agüentei de tanto tesão e gozei na boca dela – Ahh! Em principio ela não gostou muito, mas depois adorou. Gozei nos seios dela também.
Ficamos um pouco conversando, e depois de alguns minutos comecei a passar minha mão nas coxas dela. Logo ela notou que meu pau começou a ficar duro de novo, então ela veio por cima de mim e ajeitou meu pau nela,  sentou nele e foi cavalgando gostoso. Ela gemia muito aquela gostosa, e  rebolava muito. Depois virou de costas pra mim, e eu vendo aquela maravilha de visão (aquele rabão na minha cara - que delicia de tesão).
Comecei a puxar seus cabelos e dando tapas naquela bunda gostosa, e ela gemendo cada vez mais alto, pedindo pra meter mais e mais. - Soca tudo na tua putinha gostosa! Que delicia de pica!
Ela meio sem jeito, mas no meio daquele tesão todo, com a xana pegando fogo, me disse que era pra eu comer o cuzinho dela também. Disse que era pra ir devagar, pois nunca tinha dado, mas que estava com vontade de experimentar minha pica gostosa na sua bundinha.
Ouvindo aquilo fiquei com mais tesão ainda, e logo passei um creminho bem gostoso na sua bundinha para lubrificar aquele buraquinho, depois coloquei um dedinho e logo ela gritou de tesão. Então resolvi começar, colocando bem devagar a cabeça do meu pau, pois ela era virgem nisso. Deu um grito  misto de dor e tesão,  falando assim: - Aai, ta doendo! mas não para não! - Quero sentir essa pica toda na entrando em mim. Vai cachorro, não tenha dó da sua putinha!
Ouvindo aquilo, cheio de tesão, comecei a socar o resto – devagar, e depois começando a meter um pouco mais forte, até ele entrar todo dentro daquela bundinha gostosa.
Ela falava: - Isso cachoorro! Soca tudo! Que delicia de pica! Que tesão que estoou sentindoo! Gostoso, quero sentir esse pau grande arrombando e melando meu cuzinho todinhooo! Socaa mais forte no  meu cuzinho, vai deliciaaa!
Quando vi, já estava gozando naquela delicia de cuzinho apertadinho, que me deixou muito louco. Eu pensava comigo: - Que mulher deliciosa - quero outras vezes!
Mas já estava tarde e ela tinha que voltar pra casa, e eu também. Deixei ela na rua próxima a sua casa, e ela me olhou com um jeito safado, e me disse: - Quero repetir! Hoje não consegui ficar muito a vontade.
Aquelas palavras traduziram tudo que eu queria ouvir. Demos um beijo, despistando ela foi embora e eu também.

sábado, 3 de setembro de 2011

Comida mineira

Ele desceu na rodoviária aliviado por deixar aquela loucura da cidade grande, poder respirar um pouco de ar puro e aproveitar as delícias culinárias daquele lugar.  Tinha ouvido muitas histórias sobre aqueles pratos cheios de sabores e aromas, feitos em panelas  de ferro ou de barro.
Mas não era só isso que trazia ali. A necessidade de encontrar pessoas diferentes e um ambiente mais tranqüilo também ajudou na decisão. Encontrou a pensão que haviam ensinado, e depois de instalado foi procurar um lugar pra comer.
O lugar era bem interessante e característico e a viagem havia dado apetite.  Enquanto comia observou uma moça numa mesa próxima, junto com outros amigos ou parentes, não sabia. Era pequena, um pouco quieta e guardava uma beleza provocante e meiga ao mesmo tempo.  Não conseguia tirar os olhos dela, e ela também parecia corresponder, embora às vezes desviando o olhar.
Passou a examinar cada detalhe do corpo dela. A pele clara, mas saudável, os lábios sensuais, o corpo delineado pela blusa justa com um decote que deixava notar que os seios eram pequenos e firmes, combinando com a estatura, e a calça ajudava a definir os contornos das coxas.
Agora ele queria descobrir mais, e já ensaiava um contato, mas tinha receio de ela ser casada com um dos acompanhantes. Não resistiu e aproximou-se da mesa, olhos fixos na linda moça, e foi logo se apresentando como sendo um forasteiro que estava à procura de tranqüilidade e comida boa, mas que não conhecia o lugar nem como chegar à cachoeira que diziam ser quase que encantada de tão bela.
A partir daí não ouviu mais nada do que diziam, pois sua atenção era toda para “ela”. Cada movimento fazia ele quase suspirar, e ela sabia disso. Mordia os lábios, jogava os cabelos e olhava para ele com um jeito sensual, como que a convidar para uma aventura. Ela passava as mãos na boca, e descia lentamente ate o decote, olhando fixamente pra ele.
Enquanto os amigos conversavam, ela saiu. Era a oportunidade que ele queria. Levantou rapidamente e a encontrou num corredor que levava aos banheiros. Os dois se observaram por uns segundos, a respiração mais forte e o coração acelerado, para depois um beijo arrebatador e quente (muito quente).
Ele sentiu aquela pele macia junto dele, um aroma provocante melhor do que aqueles que vinham da cozinha. Beijaram-se loucamente, suas mãos deslizaram pelo corpo dela, sentindo cada parte queimar de tesão. Acariciou seus peitos firmes e deliciosos, apertando suavemente, e ela soltou um suspiro baixo, muito excitada também.
Ele queria possuí-la ali mesmo, mas um garçom passou por ele e fez saber que ali não! Eles voltaram pra mesa, mas a vontade só aumentava. De novo foi ela quem teve a atitude, e sugeriu que fossem embora. Ele então se convidou para acompanhá-los, insistindo em ir com ela até sua casa, com a desculpa de que não havia nada o que fazer.  Os amigos resistiram em deixá-la só com ele, mas ela tratou de acalmá-los e se livrou deles rapidamente.
Conversaram no caminho sobre tudo, mas a vontade era de segurá-la nos braços ali mesmo. Ele sugeriu passar onde estava hospedado, pois era o caminho, o que ela consentiu de imediato.
Quando chegaram, ele driblou a portaria e a levou imediatamente ao seu quarto. Antes mesmo de abrir a porta avançou sobre ela num novo beijo. Entraram rapidamente, entre amassos e beijos. 
Ele a beijou ardentemente, enquanto as mãos passeavam pelo corpo dela, sentindo cada parte queimando de paixão. Desceu pelo pescoço, sentindo a maciez da pele delicada e perfumada. Com as mãos subiu a blusinha justa que ela usava, tirando-a de uma vez. Os seios saltaram aos seus olhos, duros e empinados como que chamando ao prazer. Não titubeou e abocanhou loucamente, sob suspiros entrecortados dela. Amassava aqueles peitinhos e sugava como um bezerro esfomeado. Desceu beijando a barriga ate chegar na calça, que desabotoou entre lambidas, seguindo ate o sexo dela.
Aquele quarto exalava sensualidade, e o fato de ter mais hóspedes aumentava a vontade. Ela não se mostrou acanhada, e também beijou seu corpo todo, acariciando cada pedaço seu, enquanto passeava aquela boca quente, até encontrar seu mastro erguido em homenagem a ela. Abocanhou deliciosamente, o fazendo grunhir de tesão, passando então a sugá-lo sem cessar, levando ele aos céus com movimentos lentos e rápidos, alternados por lambidas na glande com uma língua maravilhosamente hábil, enquanto lançava um olhar safado.
Uma enorme excitação o fez puxá-la, levando o corpo dela até a parede. Ela então enlaçou as pernas sobre sua cintura e o abraçou, enquanto ele avançou sobre ela com a lança em riste, como um guerreiro contra os inimigos.  Em uma estocada penetrou-a, sentindo um calor gostoso tomar conta do seu corpo, como uma explosão de energia que passava entre os dois. Entrou e saiu lentamente, enquanto beijos e abraços incendiavam ainda mais aquele momento de extrema paixão.
Saiu dela por um instante, para então  virá-la de costas para ele. Beijou-a toda, das costas até as coxas, passando por aquela bundinha durinha e convidativa.  Segurando pelos cabelos, beijou aquela boca ardentemente, enquanto novamente a penetrava. Ela ajudava mexendo a cintura, como a ensaiar um bailado, contagiando-o a entrar na dança.
Naquela hora o prazer era indescritível, e os corpos se confundiam como se fossem um só. Ele enlaçou-a pela cintura, ainda dentro dela, jogou-a de quatro, e enquanto ela segurava na beirada da cama, ele a penetrava como nunca, em movimentos cada vez mais rápidos, entrando e saindo dela, queimando de tesão, até uma explosão de prazer que fez tremer seu corpo.
Jogaram-se na cama exaustos com a intensidade do sexo que acabaram de fazer. Foi a vez de ela mostrar suas habilidades, e num rápido movimento já estava sobre ele, lambendo seu corpo e reacendendo seu fogo. Massageou seu membro até deixá-lo doido, segurando suas mãos num sinal de que ela é quem mandava a partir daquele momento.  Sua habilidade em excitá-lo era fantástica, e ele já não resistia tanto tesão. Ela então sentou sobre ele com aquele olhar safado, e passou a cavalgar sobre ele, num ritmo alternado entre lento e rápido, indo e vindo, aumentando a temperatura do quarto e como um vulcão em erupção, incendiando de novo. Ela jogou as mãos pra trás, segurando seus joelhos, mordendo os lábios e ofegante, numa loucura sem medida. Ele aproveitou a deixa e levantou o tronco, segurando a cintura dela e chupando vorazmente os seios. O ritmo alucinante daquele momento, entrando e saindo - indo e vindo, como um “gran finale” resultou numa explosão de prazer incomensurável,  os corpos se retorcendo e um gemido abafado no travesseiro, para depois ficarem prostrados de exaustão, mas um sorriso de contentamento.
Passaram mais alguns dias de intensos encontros, entre cachoeiras e montanhas, motéis e cabanas, até o dia do seu embarque. Era preciso voltar, mas não seria o mesmo depois dessa viagem, onde ele se deliciou como nunca dos prazeres sem medida da comida mineira.